terça-feira, 31 de maio de 2011

CLÁUDIO AMORA É DESTAQUE NO DIÁRIO DO NORDESTE

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"As competições para mim são o estímulo para superar os meus limites e me dão força para encarar com maior confiança os obstáculos comuns do dia a dia".

A declaração é do cadeirante Cláudio Amora, 37 anos, há oito anos marcando presença nas corridas de rua e provas de triathlon dentro e fora do Estado e foi campeão brasileiro de Aquathlon em João Pessoa na Paraíba e recebeu troféu do presidente da Confederação Brasileira de Triathlon, Carlos Fróes.

Campeão sul-americano e pan-americano de triathlon no ano de 2006, em Brasília, sete participações na São Silvestre, com duas pratas (2006/07), o triatleta Amora tem como próximo desafio o Brasileiro Olímpico, que será disputado no sábado, 4, em Ilhéus, na Bahia.

"O Brasileiro Olímpico vale como seletiva para o Mundial na China, em setembro. E os dez cadeirantes mais bem colocados garantirão vaga no Mundial", afirmou Cláudio Amora.

Inédito
De acordo com Amora, o Brasileiro Olímpico terá um pelotão de competidores cadeirantes.

"Pela primeira vez a Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri) inscreve cadeirantes no Brasileiro Olímpico. E os paratriatletas classificados para o Mundial contarão com patrocínio da própria CBTri para o Mundial da China", disse Amora.

Tanto cadeirantes como os triatletas normais terão que cumprir percurso no Brasileiro Olímpico de 1,5Km de natação, pedalar 40Km e correr 10Km.

Deficiente da perna direita desde os 2 anos devido à paralisia infantil, Amora, que compete na categoria tri 1, treina diariamente para as competições.

"Pela manhã treino ciclismo e natação. Pedalo entre 30 e 40Km e trabalho por 1h30 na piscina. À tarde faço musculação e à noite corro pelo menos 15Km na cadeira", explicou o triatleta Cláudio Amora.

Início
"O começo no esporte foi com a natação, por conselho médico. Depois, pratiquei basquete em cadeira de rodas e por fim atletismo e triathlon", recordou Amora, tricampeão cearense de triathlon, vice da Meia Maratona de Fortaleza no ano passado e campeão da prova este ano.

No currículo de Amora constam ainda três medalhas de ouro na Corrida da Unifor, nos anos de 2009, 2010 e 2011.

Pai de dois filhos, o paratriatleta Cláudio Amora também reclama da falta de patrocínio, que o tem deixado de fora de competições importantes. Profissionalmente, atua na área de marketing em importante empresa de ônibus da Capital.

M0ACIR FÉLIX - REPÓRTER
FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE

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